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domingo, 28 de setembro de 2008

A Velha Mídia também pode ser Nova


Nesta semana o Warner Channel lançou uma websérie "Sorority Forever" somente para a rede. É a primeira vez que o conglomerado Time Warner responsável por empresas tradicionais da Velha Mídia vê a Internet como forma de incrementar seus produtos midiáticos.
Na era da recepção estudada por Schwartz, a mídia eletrônica é recebida instantaneamente, não depende de reflexão do espectador como na mídia impressa em que a informação é percebida. Na TV ou na rede a mensagem é compreendida rapidamente por quase todos os espectadores. Nós reagimos às provocações que surgem dos meios de comunicação sem muito esforço.

O gerente-geral do Warner Channel para a América Latina Afredo Duran afirma que a empresa vê a rede como extensão da televisão. er lança uma produção exclusiva para a internet. Seria medo da nova mídia? Alfredo Duran, gerente-geral do Warner Channel para a América Latina, diz que não. "A TV sempre terá seu espaço com o consumidor porque as pessoas sempre vão querer ver TV em uma tela grande. A internet satisfaz necessidades imediatas do consumidor, de levar a mídia aonde quer que ele vá, no celular ou no seu computador".

Será possível em breve afirmar que exista algum meio de comunicação que não desperte a atenção da Velha Mídia?

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

O espírito midiático

O homem criou um segundo Deus: a mídia


Os meios de comunicação são geralmente classificados em n adjetivos e substantivos. Na maioria das vezes, reina o ponto-de-vista apocalíptico. Segundo Tony Schwartz, [a mídia] "é um espírito onisciente e todo-poderoso que está dentro e fora de nós [...]. É um mistério, e não poderemos nunca entendê-la". Se para tantos sua existência é um mal e comodamente todos desejarem sua extinção, esqueceríamos de que ela é também espaço de que o cidadão dispõe para chegar perto de si mesmo e exercer democraticamente seu direto de livre expressão.

A visão de mal necessário é legítima, desde que façam parte dela idéias ou princípios que nos permitam conhecer os exemplos construtores dessa visão. Geralmente é tão confortável seguir uma corrente em que não haja trabalho, reflexão. É preciso "ver por si mesmo". Ver um mundo [possível] que existe hoje. Ainda mais quando as personagens envolvidas são conhecidas nacionalmente como no vídeo a seguir.

Sem relativismos, a escolha de uma visão crítica dos principais veículos como Globo ou Veja precisa compreender diversas perspectivas possíveis. Inclusive a possibilidade de estarmos errados.


domingo, 21 de setembro de 2008

Os Admiráveis


Os admiráveis. Em busca de possíveis análises sobre acontecimentos noticiados na mídia. Diversos casos engraçados, outros em que formaram-se espetáculos durante a cobertura dos mesmos.
No primeiro seminário sobre imagens que vazaram buscamos compreender as maneiras em que a mídia retratou alguns casos que repercutiram. Pensamos em seguir uma das possíveis análises em que essas coberturas modificaram conceitos perante a opinião pública. Ainda levantar uma hipótese: os meios de comunicação às vezes noticiam fatos por determinado interesse. Mas nem sempre os mesmos, vigilantes da sociedade como são, conseguem prever os efeitos de suas coberturas.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

A mídia e a sociedade mantém uma relação amistosa?

Pensar as relações existentes entre os meios de comunicação e o nosso cotidiano pode ser uma tarefa um tanto arriscada para um blog. O espaço virtual pode aproximar pontos-de-vista pela interatividade.

E questionar como a informação está inserida no cotidiano desafia este espaço de debate que estuda os efeitos das mensagens difundidas pela mídia. Um dos próximos assuntos do blog será a divulgação de imagens que por sua curiosidade ou repercussão tornaram-se notícia e até desencadearam instabilidades políticas.

A mídia talvez seja vilã por disseminar eventos não-programados ou assume o papel de agente de vigilância das instituições. As mensagens por ela transmitidas podem alterar o rumo de uma campanha eleitoral como em 1995 ou ainda chocar a opinião pública que assistia uma nova tragédia aérea embalada pelos gestos obscenos de um representante do governo.

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